13 MAI 2026 | ATUALIZADO 18:57
POLÍCIA
Da redação
05/10/2016 12:26
Atualizado
14/12/2018 09:34

Tribunal de Justiça do RN suspende sentença que removia 138 servidores "emprestados" ao ITEP

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Decisão foi proferida no última dia 29 pelo desembargador Cláudio Santos, presidente do TJRN. Sentença anterior removia os servidores do ITEP por desvio de função pública.
Imagem 1 -  Tribunal de Justiça do RN suspende sentença que removia 138 servidores "emprestados" ao ITEP
Valéria Lima/MH
O Tribunal de Justiça suspendeu a sentença que removia 138 servidores do  Instituto Técnico-Científico de Perícia (ITEP). A decisão é do presidente do TJRN, desembargador Cláudio Santos, assinada no última dia 29 de setembro. 

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O pedido da exclusão de 138 servidores do ITEP/RN havia sido feito pelo juiz 1ª Vara da Fazenda Pública, Marcus Vinicius Pereira Júnior, afirmando desvio de função dos funcionários. 

O Estado tinha até o fim do mês de setembro para cumprir a decisão, mas a Secretaria do Estado de Seguarança e Defesa Social (SEDED), diretoria do ITEP e Sindicato da Polícia Civil (SINPOL) entraram com ação para suspensão da decisão. 

O Sindicato e os gestores do ITEP e Sesed alegaram que a exclusão dos servidores praticamente iria parar os serviços do Instituto, haja vista que a maioria desses servidores que constam na ação atua em funções essenciais para a manutenção dos serviços de perícia.

Na decisão do dia 29, o desembargador Cláudio Santos entendeu que a exclusão dos servidores de seu posto no ITEP iriam causar danos irreversíveis à população. 

Para o presidente do Sinpol, Paulo César Macedo, a decisão foi sensata, pois atuou junto à preservação dos direitos dos servidores e do funcionamento do ITEP. 

“Caso essa sentença tivesse sido executada, teríamos danos irreversíveis para os servidores do ITEP e para a população. A maioria desses 138 servidores trabalha no serviço de auxiliar no departamento de perícias, atuando como auxiliares nas necropsias, na limpeza e no recolhimento de cadáveres, por exemplo. A exclusão deles praticamente iria parar o funcionamento do ITEP”, avalia Paulo César de Macedo.

enata Pimenta, diretora Jurídica do Sindicato, explica que: “O SINPOL-RN tem absoluta certeza que os servidores não se encontram em desvio de função. Agora, o processo será devidamente instruído, verificando situação a situação de cada servidor e dando amplo direito de defesa. No decorrer do processo, será comprovada a situação legal em que eles se encontram prestando serviços ao Estado e à sociedade potiguar”.

Com informações Sinpol/RN

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