18 JAN 2019 | ATUALIZADO 23:51
ECONOMIA

“Não haverá demissões”, informa Petrobras sobre reestruturação da Clara Camarão

Companhia informou que transformação da Refinaria Potiguar em ativo industrial não trará prejuízos para a economia, diferente do que alegou o especialista Jean-Paul Prates.
Da redação
06/11/2017 08:47
Atualizado
13/12/2018 01:51
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“Não haverá demissões”, informa Petrobras sobre reestruturação da Clara Camarão
A Petrobras informou por meio de nota nesta segunda-feira, 6, que a transformação da Refinaria Potiguar Clara Camarão, em Guamaré, em ativo industrial não trará nenhum prejuízo à capacidade de produção e nem para a economia do Rio Grande do Norte. 

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A economia estimada com essa nova fase é de R$ 35 milhões por ano para a companhia.

No final do mês de outubro, a empresa iniciou o processo de reestruturação das unidades operacionais da companhia, que prevê ajustes internos nas áreas operacionais de Exploração e Produção e de Refino Gás Naturais.

O objetivo, segundo a companhia, é adequar a estrutura e a gestão à visão e objetivos estabelecidos no Plano de Negócios e Gestão 2017-2021, dando mais competitividade à companhia.

A Refinaria Potiguar Clara Camarão (RPCC), localizada no município de Guamaré, no Rio Grande do Norte, faz parte este processo.

“A RPCC, hoje integrada ao ativo Industrial de Guamaré, manterá a capacidade de produção e continuará produzindo derivados e atendendo ao mercado potiguar”, informou a Petrobras.

“Não haverá demissões em função da reestruturação das áreas operacionais. O novo modelo de gestão reduz a complexidade operacional, otimiza custos e contribui para a eficiência do negócio, agregando valor e maior solidez à RPCC”, completa. 

A Petrobras destaca ainda que os recordes da produção de querosene de aviação, obtidos em janeiro (18.323 m3) e setembro de 2017 (19.841 m3) reforçam o compromisso da empresa com a otimização dos seus processos e ganhos de produção, premissas que não se alteram com a reestruturação interna da companhia.

A iniciativa dá continuidade ao projeto de reestruturação da Petrobras, iniciado em 2016, quando os cargos gerenciais das áreas administrativas foram reduzidos em aproximadamente 40%. 

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