20 FEV 2019 | ATUALIZADO 17:09
POLÍCIA

Deicor apreende 30 mil comprimidos de ecstasy avaliados em R$ 2,5 milhões no RN

A apreensão aconteceu no final de agosto e só agora foi divulgada porque os entorpecentes tiveram que passar por testes para confirmação; Essa é considerada a maior apreensão de ecstasy feita no Estado
Da redação
26/09/2018 06:32
Atualizado
13/12/2018 18:50
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Deicor apreende 30 mil comprimidos de ecstasy avaliados em R$ 2,5 milhões no RN
Divulgação/Deicor
Policiais da Divisão Especializada de Investigação e Combate ao Crime Organizado (Deicor) apreenderam mais de 30 mil comprimidos de ecstasy (droga sintética ilegal),  além de porções de maconha e skank, no bairro Ponta Negra, zona sul de Natal.

A quantidade de droga foi avaliada em R$ 2,5 milhões - devido a pureza do produto e escassez no mercado local desse tipo de entorpecente importado.

Essa apreensão é considerada a maior feita no Estado para este tipo de droga.

A apreensão aconteceu em 28 de agosto deste ano e só nesta terça-feira (25), foi divulgada porque os entorpecentes tiveram que passar por testes para confirmação.

De acordo com a Deicor, não havia ninguém no imóvel quando o entorpecente foi encontrado. A polícia acredita que o flat foi alugado fazia 10 meses e era usado como depósito da droga.

O imóvel foi alugado em nome de Túlio da Silva Freitas e Jonathan Cleófas Pinheiro da Câmara de Almeida. Túlio já foi processo diversas vezes por tráfico interestadual de drogas, sendo apontado como integrante de uma facção criminosa especializada em comércio ilegal de drogas sintéticas, que atuava em Pernambuco, Alagoas e Rio Grande do Norte.  Segundo a polícia, há mais de quatro anos ele atua no RN, apontando que o entorpecente seria usado em festas raves. Já o irmão de Jonathan, Antônio Nardeles Silva Sobrinho foi preso por tráfico interestadual de drogas.

As recentes apreensões de drogas sintéticas (ecstasy) na capital potiguar indicam que Natal está se tornando uma rota do tráfico internacional desse tipo de entorpecente, principalmente, pela proximidade ao continente Europeu, sendo nosso segundo trabalho do ano voltado a esta modalidade de crime.

A população pode nos ajudar entrando em contato com o disque denúncia da SEDED/RN, através do número 181.

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