29 FEV 2020 | ATUALIZADO 19:09
ESTADO

Secretário afirma que RN terá queda de R$ 60 milhões no repasse do FPE

Aldemir Freire, secretário de Planejamento do Rio Grande do Norte, publicou em uma rede social que haverá uma redução de 15,2% no Fundo de Participação dos Estados em janeiro, comparado ao mesmo período do ano passado.
COM INFORMAÇÕES DO G1/RN
21/01/2020 16:17
Atualizado
21/01/2020 16:17
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FOTO: REPRODUÇÃO

O secretário de Planejamento do Rio Grande do Norte, Aldemir Freire, afirmou que o Rio Grande do Norte terá uma queda de R$ 60 milhões nos repasses do Fundo de Participação dos Estados (FPE) em janeiro, na comparação com o mesmo período do ano passado.

A informação foi publicada por ele em uma rede social, nesta terça-feira (21). A redução é de 15,2%.

Nesta segunda-feira (20), quando a segunda das três parcelas mensais do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) foi depositada, treze municípios tiveram cota zerada, segundo a Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte (Femurn).

Ambos os fundos tiveram redução de 15,2% neste mês, de acordo com o secretário Aldemir.

"Queda brutal no FPE e no FPM no mês de janeiro. Governo do Estado do Rio Grande do Norte perderá cerca de R$ 60 milhões agora em janeiro comparado a janeiro de 2019. FPE do Estado cairá de R$ 391 milhões para R$ 331 milhões", informou.

MUNICÍPIOS

Os 13 municípios já faziam parte da lista de 32 cidades potiguares que tiveram a primeira parcela zerada no dia 10 de janeiro.

Esses municípios não deixaram exatamente de receber o valor devido, mas o valor da parcela fica retido por causa das dívidas previdenciárias das prefeituras.

Maior cidade potiguar, a capital Natal recebeu parcela de R$ 635.305,97 nesta segunda (20), segundo a Femurn. Os demais municípios potiguares receberam R$ 20,5 milhões.

Esses valores são os líquidos, ou seja, considerados após os descontos do Fundeb, da Saúde e do Pasep, mas não levam em consideração os descontos das dívidas previdenciárias.

OS FUNDOS

O FPM e o FPE são repasses de verbas do Governo Federal para os municípios e estados brasileiros, previstos pela Constituição.

A distribuição é feita de acordo com o número de habitantes e a renda per capita estimados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e o valor é dividido em três cotas mensais.

Quando o município ou o estado têm dívidas com o governo federal o repasse é retido e o valor é abatido da dívida.


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