17 AGO 2026 | ATUALIZADO 08:03
ESTADO
17/08/2026 08:03
Atualizado
17/08/2026 08:03

Desemprego no RN cai para 5,6% no 2º trimestre e atinge menor nível da série histórica

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O mercado de trabalho do Rio Grande do Norte atingiu seu melhor momento histórico no segundo trimestre de 2026, quando a desocupação recuou para 5,6% e a informalidade (41,3%) se consolidou como a menor do Nordeste, segundo dados do IBGE. O avanço garantiu emprego para 1,38 milhão de potiguares e reduziu o desalento. O ponto negativo ficou com o rendimento médio do trabalhador, que sofreu recuo e fechou em R$ 2.861.
Imagem 1 -  O mercado de trabalho do Rio Grande do Norte atingiu seu melhor momento histórico no segundo trimestre de 2026, quando a desocupação recuou para 5,6% e a informalidade (41,3%) se consolidou como a menor do Nordeste, segundo dados do IBGE. O avanço garantiu emprego para 1,38 milhão de potiguares e reduziu o desalento. O ponto negativo ficou com o rendimento médio do trabalhador, que sofreu recuo e fechou em R$ 2.861.
O mercado de trabalho do Rio Grande do Norte atingiu seu melhor momento histórico no segundo trimestre de 2026, quando a desocupação recuou para 5,6% e a informalidade (41,3%) se consolidou como a menor do Nordeste, segundo dados do IBGE. O avanço garantiu emprego para 1,38 milhão de potiguares e reduziu o desalento. O ponto negativo ficou com o rendimento médio do trabalhador, que sofreu recuo e fechou em R$ 2.861.
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

A taxa de desemprego no Rio Grande do Norte recuou para 5,6% no segundo trimestre de 2026, atingindo o menor nível da série histórica iniciada em 2012. O resultado representa uma queda de 1,9 ponto percentual em relação aos três primeiros meses do ano (7,6%) e de 1,8 ponto na comparação anual. Na capital, Natal, a desocupação ficou em 6,3% no mesmo período, segundo dados da Pnad Contínua divulgados nesta terça-feira (14) pelo IBGE.

O recuo no desemprego foi puxado pela redução expressiva no contingente de pessoas sem trabalho. O IBGE estima que o estado fechou o trimestre terminado em junho com 83 mil desocupados, um recuo de 26,7% frente ao período anterior, o que significa 30 mil pessoas a menos na fila do emprego. Já o total de pessoas ocupadas ficou em 1,38 milhão, patamar considerado estável pelo instituto, deixando o nível de ocupação local em 48,5%.

No mercado de trabalho formal, o setor privado potiguar registrou 435 mil trabalhadores com carteira assinada, contra 202 mil que atuavam sem registro. Apesar do aumento de vagas, o bolso do trabalhador sentiu um ajuste. O rendimento médio mensal real habitual recuou para R$ 2.861 — um tombo de R$ 162 em relação aos R$ 3.022 registrados no início do ano —, embora o IBGE classifique o movimento atual como de estabilidade.

O estado também conseguiu segurar a informalidade em 41,3%, mantendo a menor taxa de trabalho sem registro de toda a região Nordeste, posto que ocupa desde 2023. O índice atual teve leve oscilação para baixo frente aos 41,5% do trimestre anterior. O número ainda supera a média nacional de informalidade (37,4%), mas se posiciona bem abaixo do indicador consolidado para os estados nordestinos, que é de 48,7%.

Por fim, o total de trabalhadores na informalidade somou 571 mil pessoas, incluindo empregados sem carteira, autônomos e empregadores sem CNPJ. Na outra ponta, o desalento — grupo de pessoas que desistiu de buscar vagas por falta de experiência, idade ou escassez de oportunidades — ficou estável em 58 mil pessoas. O indicador caiu 3,3% frente ao trimestre anterior e despencou 30,3% na comparação com o mesmo período do ano passado.

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