31 OUT 2020 | ATUALIZADO 18:58
POLÍCIA
21/12/2019 12:04
Atualizado
21/12/2019 12:27

Caso Ana Clara: ITEP aponta que a morte foi ocasionado por overdose

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Em contato com amigos e familiares, o MOSSORÓ HOJE foi informado de que a jovem estudante não bebia, não fumava e muito menos usava drogas; "Se havia droga no sangue dela, tem que investigar como isto aconteceu", diz amigo de infância
Imagem 1 -  Jovem Ana Clara, que estudava enfermagem na UERN, em Mossoró, morreu no dia 17 de novembro em Apodi e 30 dias depois o ITEP aponta que ela foi vítima de uma overdose de cocaína; Familiares em contato com o MH informaram que ela não bebia, não fumava e muito menos usava drogas; Pedem que a Policia investigue como ela teve acesso e as condições de ingeriu esta droga que a matou
Jovem Ana Clara, que estudava enfermagem na UERN, em Mossoró, morreu no dia 17 de novembro em Apodi e 30 dias depois o ITEP aponta que ela foi vítima de uma overdose de cocaína; Familiares em contato com o MH informaram que ela não bebia, não fumava e muito menos usava drogas; Pedem que a Policia investigue como ela teve acesso e as condições de ingeriu esta droga que a matou

O laudo feito pela equipe médica do Instituto Técnico-cientifico de Perícia (ITEP) apontou que a jovem Ana Clara Ferreira da Silva, de 18 anos, morreu em função de violenta overdose.

Ao tomar conhecimento, os familiares e amigos contestaram, dizendo que jovem Ana Clara não bebia, não fumava e nem usava drogas. "Tinha pavor disto", diz o amigo Leandro

A estudante de enfermagem havia ido com o PM/CE Kliston Sanderson de Albuquerque e dois filhos deste, para um aniversário na cidade de Apodi, no dia 16 de novembro passado.

Após a festa, na manhã do dia 17, a jovem Ana Clara misteriosamente passou mal quarto do hotel onde estava com Kliston e as duas crianças e morreu pouco tempo depois no hospital local.

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As circunstâncias que aconteceu a morte da estudante trouxeram seus familiares da cidade de Beberibe, no Estado do Ceará, a Mossoró. Vieram cobrar investigação no caso das autoridades do RN. 


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O caso já estava sendo investigado tecnicamente. Quando Kliston Sanderson, que é policial no Ceará, fez o BO ma DP de Plantão em Mossoró, os agentes civis de Plantão já desconfiaram da história. 

O agente civil Wilson Filho solicitou na guia de exames cadavérico que o ITEP fizesse exame toxicológico. A história narrada no BO não era compatível com a realidade dos fatos.

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O ato curioso é que ao registrar o BO, o PM Kliston Sanderson citou o nome do hotel errado. Quando chegou no ITEP, o erro foi percebido e ele foi orientado a voltar na DP de Plantão para corrigir o nome do hotel.

Ainda no ITEP, os médicos decidiram fazer uma bateria de exames completo, para apurar o que de fato a jovem estudante de enfermagem havia morrido.  

Enquanto o ITEP dava andamento aos exames, no laboratório em Natal, a mãe de Ana Clara, a dona de casa Ana Claudia, pediu mais atenção das autoridades para o caso.

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A Polícia informou que estava ouvindo as pessoas que estavam no aniversário, do SAMU de Apodi, do hotel que Ana Clara estava e também do Hospital de Apodi, que constatou o óbito. 

O delegado Getúlio Medeiros, de Apodi, também tomou o depoimento da mãe e outros parentes, assim como amigos da jovem Ana Clara em Mossoró.

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O laudo saiu exatamente 30 dias após a morte misteriosa de Ana Clara. O documento foi enviado para o delegado Getúlio Medeiros, de Apodi, anexar a investigação policial. 

Ao MOSSORO HOJE, os familiares e amigos de Ana Clara informaram que ela não bebia e nem usava drogas. “Não gostava nem de refrigerante”, diz Leandro, amigo de infância.

A equipe do MH também teve acesso a vídeo dos últimos momentos de Ana Clara cuidando dos filhos de Kliston Sanderson. O próprio Kliston gravou o vídeo e enviou aos familiares.

Kliston Sanderson, ao passar este vídeo para os familiares via WhatsApp, informou que a jovem Ana Clara passou mal após beber água no hotel. “Água não mata”, diz a mãe Ana Claudia.

As informações do laudo do ITEP serão cruzadas com as informações apuradas pelo delegado junto as testemunhas e, em seguida, o caso será remetido à Justiça de indiciamento ou não de suspeito.

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